segunda-feira, 22 de junho de 2015

Publicado em 22 Junho 2015
Elementos eruditos e populares teceram a colcha de retalhos de tradições culturais no VI Sarau de Cultura Brasileira, realizado na última sexta no campus I da UnirG. O evento é organizado anualmente pelo curso de Letras do Centro Universitário UnirG, em parceria com a Casa de Cultura da Instituição.

Sarau BalletA proposta do Sarau nasceu da disciplina Cultura Brasileira, ministrada pela professora Me. Maria Wellitania de Oliveira. “O evento é uma atividade prática com a participação dos acadêmicos, que busca destacar a diversidade da nossa cultura, as raízes e a nossa identidade”.

Sarau reitoriaNa abertura do evento, a reitora da UnirG, Drª Lady Sakay, enalteceu a necessidade de ampliar a difusão da cultura entre os acadêmicos. “Acreditamos que vamos ter um terreno fértil para que os projetos que já existem possam ser estendidos a mais cursos e possamos manter viva a chama cultural na nossa Instituição”, disse.

“Esta é uma noite que dignifica as nossas tradições, a nossa cultura, e mostra a riqueza do nosso povo”, frisou a coordenadora do curso de Letras, Deice Joceliane Pomblum.  

Sarau CoralO Coral Tocanto abriu as apresentações da noite, sob a regência de Moisés Ribeiro, seguido do Guetu (Grupo de Teatro da UnirG), que encenou a “A Farsa da Boa Preguiça”, de Ariano Suassuna, dirigido por Cristiano Cabral.

Houve ainda a apresentação do grupo de Ballet da Casa de Cultura, do músico Paulo Albuquerque, além da Orquestra Jovem de Cordas do Projeto Ciranda das Artes, regido porJhonata Araújo.
 Sarau Teatro
Para a gestora da Casa de Cultura, Sheyla Carvalho, a parceria com o curso de Letras tem sido satisfatória. “O Sarau é uma oportunidade de mostrar as habilidades e talentos para a comunidade e promover a nossa cultura”. A Casa de Cultura participa do evento pelo segundo ano consecutivo.

Segundo o acadêmico Wanderson Pereira, do 4º período de Letras, a realização do Sarau foi um grande aprendizado. “Estudar a cultura brasileira amplia a nossa visão, passamos a respeitar as tradições das outras pessoas e a entender como as nossas raízes são formadas de partes da cultura de outros povos. É uma oportunidade de conhecer melhor o que somos e de onde viemos”, explicou.

Fotos: Daniel Júnior

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